NaNoWriMo: The Attorney from São Bento – part 2
Benício was always sad. He considered himself a profoundly sad attorney. He had many clients. But he was sad. His hours was expensive, but he was sad. He was really good looking. But his heart was a heart of a very very sad man. He prayed every morning and every night, but the more he thought his faith should grow, the more the sadness went deeper. Benício didn’t know why he was so sad, but something was saying that he had to be in that situation. He believed in that, although he knew he could be wrong.
“Why should a successful guy be sad like that?”, he was thinking while he went up to the Independence Avenue, one of his favorite places for walking and thinking. There always were many beautiful girls and happy young men walking, talking or eating at the corners of that avenue. He was the only man who was walking alone – at least in that avenue. He was wondering if there were other sad people like him in the world. But, when he asked himself that, he was sure he didn’t want to find them. He wanted just to be less sad. And more happy.
NaNoWriMo: The Attorney from São Bento – part 1
São Bento was an old Brazilian city that nobody remembered anymore. It was a really hot city, but the attorneys couldn’t go to work wearing shorts or bikinis. Amongst the many attorneys that existed in this city, there was one who was special. He was a very, very religious man and felt blessed by living in a city that had a name of a saint. The faithful attorney was named Benício by his mother. He was half Italian, half Indian and half African. Yes, he was one and a half man in one, not just because of he was very tall, but he was very great in his heart.
NaNoWriMo: A Brazilian trying to write in English
Hi everybody,
I am going to try NaNoWriMo this year. And I am going to write in English (or almost!). Well, let’s start. My novel will be titled The attorney from São Bento.
Top 5 formas de se colocar cheeses dentro de lanches
Certo dia estava eu a conversar numa roda de algumas pessoas, num canto perto de uma concessionária de automóveis. A maioria do grupo era de advogados, todos tranqüilamente trajados não forensemente. A troca de idéias sobre qual era o melhor lugar para se comer um lanche (leia-se, sanduíche) deixava de lado toda e qualquer discussão profissional.
Ninguém gosta de falar de trabalho. É muito melhor discutir sobre qual cheese é mais rançoso, e qual atendente é mais conversadeira. Da minha parte, prefiro muçarela do que queijo prato. Mas cheese é cheese, fazer o quê? O advogado mais bem trajado do grupo proferiu sua opinião sobre tão importante assunto. Não é que ele tivesse qualquer frescura relacionada ao paladar, dizia ele. Mas, havia diferenças, para ele, entre as formas que os cheeses eram posicionados no interior do lanche.
Um segundo advogado perguntou para um chapeiro sobre os processos segundo os quais o cheese era introduzido no lanche, de maneira tão precisa a tocar a superfície frita de qualquer espécie de carne ali presente. Descobriu que seu prazer era descobrir e anotar as formas pelas quais os chapeiros e cozinheiros em geral anexavam os cheeses ali dentro. Foi capaz de comprar um moleskine exclusivamente para sua jornada, e até hoje ainda visita cozinhas de lanchonetes no mundo todo.
Como todo fã das coisas mais malucas, ele fez uma lista das top 5 formas de se colocar cheeses dentro de lanches. Ele sempre refaz a lista, mas atualmente ela está desse jeito:
5 – Transação manual: O cheese é derretido à parte, e lugar específico na chapa ou frigideira. Ao estar no ponto de chiclete em uso, a massa derretida é despejada sobre a carne.
4 – Derretimento de fábrica: Esta é uma forma de economizar tempo e dinheiro, embora afaste alguns tipos de fregueses. O chapeiro simplesmente compra cheeses cremosos, vendidos em potes como os de maionese, e espalha a massa pelo pão. O calor da carne se transfere para o cheese, podendo dar a impressão de derretimento. Mas, a massa já era dessa consistência, desde quando foi comprada.
3 – Origami cheese com cobertura: Quando a carne está 90% pronta, o chapeiro trata de destacar algumas folhas de cheese de seu arsenal pessoal, e cuidadosamente a dobra por sobre a carne, fazendo um leve vinco para que o cheese permaneça no lugar colocado. Uma vez posicionado o cheese, ele e a carne são cobertos com uma pequena tampa de alumínio, criando um ambiente mais quente, favorecendo o derretimento do cheese.
2 – Texas Hold’em cheese: Os cheeses vêm recortados em tamanhos iguais, geralmente quadrados, com grande aparência de artificialidade. Parecem cartas de baralho, e geralmente são colocadas na montagem do lanche sobre o pão, de modo que fiquem pouco derretidos e, muitas vezes, bastante frios.
1 – Embutido três em um: Esta forma está por várias semanas seguidas na primeira colocação. Produz-se um misto de presunto, cheese e cheese cremoso, batido no liquidificador. Depois, o resultado é colocado dentro de um frasco desses usados para ketchup, maionese ou mostarda. O chapeiro monta o lanche, e introduz o bico do frasco na borda do lanche, pressionando o frasco para que a mistura fique embutida no lanche.
Então, eu disse para o advogado que faz essas listas: “você precisa parar com isso”.
Cotzinero, um chef
Há vários e vários meses comecei a brincar um pouco com vídeo para publicar na internet. O resultado foram 3 vídeos do Cotzinero, um chef espanhol, italiano, brasileiro ou nenhuma das anteriores, falando sobre suas receitas e variedades. Primeiramente publiquei na Fiz TV, e agora o terceiro episódio incluí no YouTube.
Fica como um cult de humor culinário, meio desconhecido e descontinuado. Quem sabe quando o Cotzinero poderia voltar? Divirta-se com esse episódio, pois é o que tem no momento.
It’s a matter of culture, I think
While I don’t get any visit to my posts written in English, I write one more post in English. The first one, on this blog, was published some minutes ago. When I tried to visit the tags for knowing about others writing about the same subjects I felt that thing about atmosphere again. It’s completely different to write in other language, because – at least potentially – it opens to a much greater world!
It’s not uncommon to find Brazilian sites and blogs written in English, but I could say that it’s not in our culture to have a close contact to the English language. The language learning here is more present among those who are more close to study. Many people go to English schools, for having more knowledge and MAYBE use what they learned. But, try to have a conversation in English in a party… and you will see everyone blushing and saying “I went to classes, but I’m not so good in English… let’s try another game…”.
It’s a matter of culture, I think.
And where do we learn more?
The first – and maybe the only – effect of writing in English on this blog was the feeling that I should write more. Even if I do not work so well with the phrases in English, and particularly the phrasal verbs, the fact I published a freely written post in English brought a new atmosphere to the blog.
The feeling is maybe just mine. But, the time will say if the readers would feel so as well. At least it is funny! And where do we learn more? In funny things! Having fun, isn’t is true?
Well, for those who are arriving now, this blog is about nothing. It’s just an experience I took fore trying to write more freely, facing the amount of rules we have to handle every day in our lives. So, write freely about nothing (or about everything) seems to me a good way to have fun.
Hugs from Brazil!
What would be the effect of writing in English on a Brazilian blog about nothing? That’s what I want to know, and of course try. Within the period of one week, the “age” of this blog, I received a good amount of visits, but I ask why that number was not higher. Well, maybe that’s because my blog is not in English.
Sometimes I feel English is like Latin in Rome centuries ago. For reaching a greater audience now and then, it would be good to try using the language that is more able to communicate in a broader sense. We know English is not the most used language in the world. But certainly is the most famous, I think.
Of course, as any person who does not practice regularly a language, I may have made some mistakes here, on this post, especially in using the in/on/at words. It’s just an experience, and soon I’ll have the answer about the effects of writing, in English, about nothing.
Hugs from Brazil!
Poesia spam
Há vários anos fiquei sabendo, por acaso, de um blog em que a autora ou autor fazia a chamada spam poetry, ou poesia spam. Aproveitava apenas as linhas escritas no assuntos dos spams que recebia, e organizava no formato de poesia. Não sei por que, mas lembrei recentemente disso e resolvi fazer uma busca sobre o assunto, bem de leve, do tipo ver os 2 primeiros resultados do Google.
Achei um blog bem desatualizado sobre isso, e não lembro se era este mesmo que vi há alguns anos. E vi também algo sobre um instituto dedicado à poesia spam. Muito divertido.
Peguei os spams que recebo e também compus uma poesia spam. Algumas linhas que eram em inglês, coloquei em português, e eis o que surgiu:
Spam
Sem aula, sem prova
Olhe isto
Você é muito especial
Veja novos modelos
Viagra grátis para você!
Você é muito especial para mim
Faça sua mulher feliz
e aumente sua potência
Deixe seus desejos íntimos
se realizarem
Me esqueceu mesmo né?
Se as cidades fossem feitas de nitrogênio líquido
O relógio funciona continuamente, não pára. Não pára também a Terra. Não pára de rodar e de crescer. Até onde vamos rolar?
Será que tudo gira? Tudo gira assim, continuamente, até que não mais toque em nada? Ou o atrito existe em algumas coisas e estas realmente páram? Não… sempre há atrito a alguma coisa, e alguma coisa sempre está em movimento. Se as cidades fossem feitas de nitrogênio líquido, rolaríamos incessantemente, sem sentir. Já o concreto é um pouco mais áspero, e rala muito no menor esbarro.
Faremos uma coisa, no próximo post.